Os Homens desejam-me...As mulheres invejam-me... A minha vida dava um filme, contudo é mais fácil fazer um blog...
sexta-feira, abril 22, 2005
quinta-feira, abril 21, 2005
Pézinhosssssssssss

Se há coisa em que sou vaidosa é com os meus pés.
Adoro pintar as unhas e usar aneizinhos nos dedinhos do meio...
Mas há uma coisa que me fascina... que me deixa louca....
Adoro que me beijem os dedinhos dos pés... fico toda arrepiada... Alucino com isso!
E tu tens fetiche por Pézinhos?
Beijinhos doces da vossa amante...
quarta-feira, abril 20, 2005
Palmadas no Rabo...

Palmadas no rabo....
Bate que eu gosto...
Mas só se for devagarinho...
Beijinhos doces...
terça-feira, abril 19, 2005
Só me falta a companhia...

Hummm como é bom estar assim...
O incenso arde, as velas bailam ao sabor do vento, a água quente como eu gosto...
Pétalas de rosas... vermelhas, para dar cor à agua, sais de banho para perfumar...
Vem... estou tão sozinha...
Preciso de alguém me que lave as costas... que me dê mimos... que me faça sentir amada...
Vem... quero-te juntinho de mim... pertinho... os nossos corpos colados...
Neste momento estou sozinha...
Só me falta a tua companhia...
Um beijinho molhado da vossa amante...
segunda-feira, abril 18, 2005
Há coisas que não são para se perceberem...

"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dize-la. Muito do que se segue pode ser por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza.
Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dize-lo. O que eu quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível.
Já ninguém aceita amar sem uma razão. Teixeira de Pascoaes meteu-se num navio para ir atrás de uma rapariga inglesa com quem nunca tinha falado. Estava apaixonado, foi parar a Liverpool. Quando finalmente conseguiu falar com ela, arrependeu-se. Quem é que hoje é capaz de se apaixonar assim?
Hoje em dia as pessoas apaixonam-se por uma questão prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão mesmo ali ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".
O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornam-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-socio-bio-ecologica da camaradagem. A paixão que devia ser desmedida é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade ficam"praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas e cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananoides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "da lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Por onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassado ao pessoal da pantufa e da serenidade.
Amor é amor. É essa a beleza. É esse o perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa a vida é outra. A vida as vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para se perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa a vida é outra.
A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber.
É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa e o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E vale-la também."
domingo, abril 17, 2005
Kiss from a Rose-Seal
Um beijo especial para ti....
sábado, abril 16, 2005
Cansada

Estou cansada...Não! A palavra correcta é exausta. Sinto que toda a minha energia foi sugada... o pensamento longe... como sempre perto de ti.
Neste momento sinto saudades dos meus amigos que estão longe... já não são eles que se sentam ao meu lado, já não há aquela cumplicidade de outrora. O local é outro, maior mas frio, despojado daquelas pequenas coisas que me faziam sentir em casa.
Apenas um anfiteatro com muitas cadeiras vazias e pessoas estranhas que se sentam à distancia umas das outras como se alguém podesse contagiar os outros com o seu toque. Ninguém se olha nos olhos, ninguem sorri... somos estranhos e ninguem ousa dar o primeiro passo. Não sei o nome de ninguém, não destingo alunos de professores... honestamente parecem-me todos iguais...
Hoje foi o segundo dia... igual ao de ontem, vazio e sem cor...
Os primeiros dias são sempre os mais dificeis enquanto não nos ambientamos... Espero que algum dia me sinta aqui em "casa" e que em breve chame a estes "estranhos" de amigos...
Beijinhos doces da vossa amante...
sexta-feira, abril 15, 2005
Sarah Connor- Skin on Skin
Espero que gostem da nova musica de fundo...
Beijinhos doces da vossa amante...
quinta-feira, abril 14, 2005
Delírios da Loirinha 4

(...)
Ele tomou nas mãos os seios nus e saboreou-os...
-Hummmm....-suspirou ela.
Ele esfergou os polegares nos mamilos, que enreijeceram e aumentaram. Ela gemia e as emoções que expressava eram verdadeiras. Cerrando as palpebras ela sorriu.
-És incrivel- sussurou ele. Já tinha saudades de fazer amor contigo.
Saber que ainda possuia o poder de o enlouquecer deu-lhe um intenso prazer.
Ele levantou-se e colocou-a de pé.
-Quero ver-te... És linda!
Sentando-se no sofá, colocou-a no colo e as coxas dela colaram-se às dele.
-Quero ver-te.
-Que bom! Assim também posso ver-te- brincou ela.
Ele colocou uma mão nas costas dela e com a língua foi passeando devagar pelo mamilo rígido.
Ela estremeceu, e começou a mover-se de forma ritmada sobre o colo dele. As unhas dela enterraram-se nos ombros fortes. Os movimentos tornaram-se mais intensos. Deslizando os dedos e sentindo o calor dela ele penetrou-a com o indicador.
Os braços dela envolveram-no mais e ele apertou-a. Uma fina camada de suor cobria a pele dela. Erguendo-a pelas ancas, acomodou-a de modo a penetrá-la. Em seguida começaram a mover-se em perfeita harmonia. Ela estava perto do climax e ele intensificou os movimentos, penetrando-a profundamente, enquanto ela o acompanhava, até atingirem juntos o êxtase.
Permaneceram abraçados por alguns minutos.
-Estou cheia de frio-disse ela com um sorriso- Não tenho quem me aqueça!- provocou.
- Vou levar-te para a cama novamente ou se preferires podemos ir para a frente da lareira.
Ela passou com a lingua pelos lábios.
-Para a lareira- respondeu.
Ele pegou num cobertor, que estava nas costas do sofá, e estendeu-o no chão. Pegou nela ao colo e pousou-a delicadamente em cima do cobertor. Pegou numa almofada e ajeitou-a sobre a cabeça dela. Deitou-se de lado e abraçou-a.
-Estou a precisar de férias! Hoje não vou trabalhar... Que se danem os compromissos -disse ele.
-Acho muito bem. Podiamos ficar a manhã toda a namorar.
- Já tinha saudades de fazer amor contigo...
- Bem... então o melhor é aproveitarmos o dia de hoje para matar todas as saudades...
FIM
quarta-feira, abril 13, 2005
Delírios da Loirinha 3

De manhã....
De pé, sob o jacto quente do chuveiro, ela tentava perceber o que se passara. Não conseguia esquecer o beijo que ele lhe dera e depois o seu afastamento. Será que ele tinha outra? Ou será que ela já não lhe conseguia despertar o desejo? Ficou no chuveiro até quase acabar a água do cilindro. Contudo, em seguida, decidiu que não podia ignorar o que se tinha passado na cozinha na noite anterior. Saiu apenas enrolada no roupão de banho e dirigiu-se ao quarto onde ele estava ainda a dormir... deixou cair o roupão e meteu-se de novo na cama com ele...
-A isto chamo um bom começo de dia- balbuciou ele sorrindo.
Pelo menos naquele momento, a barreira de gelo tinha derretido.
- Faz amor comigo-suplicou ela...
- Tenho que estar às nove horas no escritório...
-Eu sei o que estou a fazer e o que te estou a pedir. Faz amor comigo...
Com o polegar, ele acariciou o lábio macio. Abrindo a boca, ela prendeu o dedo dele entre os dentes e sugou-o, com sensualidade.
Ele estremeceu. A mente dele resistia, perguntando-lhe o que estava a fazer, pois tinha que chegar a horas ao trabalho mas também queria muito amar a sua mulher.
Ela continuou a provocá-lo. Um intenso prazer invadiu-o. Ela sabia como seduzi-lo, como faze-lo enlouquecer de luxúria. Ela continuou a acariciá-lo de forma provocante e ele não conseguiu resistir mais. Tomando a iniciativa, afastou as coxas dela e fez as suas mãos deslizarem pela pele macia , tocando-lhe os mamilos, ela gemeu...
(Caros leitores será que é desta?????.... IHIHIHIHI!!!!! O mistério continua até ai proximo post.)
(Continua...)