segunda-feira, maio 02, 2005

Queima das Fitas 2005

Pois é caros leitores, já passou mais um ano e ela está de volta!
A Queima das Fitas, uma época festiva para os estudantes universitários!
Esta semana vou andar meia ausente porque vou andar ao contrario, festa à noite e a dormir de dia!

Fica o link para quem quiser saber o programa da Queima
http://www.queima2005.fap.pt/noite.php

sábado, abril 30, 2005

INDIGNAÇÃO

Queridos leitores!
Escrevo este post num estado de completa indignação!
No Post do dia 29 de Abril alguém comentou anonimamente assinando pelo "C", pela "ROSE", pelo "FROG" e pelo "DANIEL ALADIAH"... Os comentarios pareceram-me estranhos, não eram lá muito educados e não possuiam o link habitual! Suspeito que alguém andou a assinar indevidamente por estes quatro amigos blogueiros!!!!
Se a pessoa que o fez me estiver a ler neste momento, espero que saiba que considero esta atitude uma verdadeira criancice. Se o objectivo era gerar confusão e mal estar entre as pessoas, lamento desiludir mas não resultou!!!!!!
A partir de hoje não vou mais permitir comentarios anonimos! Peço por isso desculpa às pessoas que não possuem blog e que habitualmente comentavam!
Espero que este post sirva de alerta para outros blogueiros que possam estar a passar pela mesma situação.

Delirio da Loirinha

Delírios da Loirinha 6

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Jantaram juntos...Ela contou-lhe que tinha começado a trabalhar como acompanhante por sugestão de uma amiga quando perdera o emprego e começara a ficar com dividas. No entanto ele havia sido o seu primeiro e unico cliente.

Mais tarde dirigiram-se para casa dela.
Ele carregou no controlo remoto da aparelhagem. Uma melodia romãntica inundou a sala.
-Vem- disse ele, atraindo-a para si.
Dançaram juntos alguns compassos da musica. Ele apertou-a contra si, tomando-a pela cintura, e ela pôs os braços em redor do pescoço dele. Beijaram-se com ardor. Ele mordiscou-lhe o lábio inferior e, finalmente, a sua lingua penetrou a boca dela. Ela respondeu-lhe brincando com a ponta da sua língua. Ele começou a mordiscar-lhe o pescoço e ela aproximou a boca para que continuasse a beijá-la. Os olhos verdes dela estavam enevoados pela paixão. Gemeu quando ele introduziu a lingua na sua boca e começou a beijá-la com tal força que a deixou sem alento. Ambos estavam possuidos por uma ansia devoradora de sexo. Ele já não podia conter-se muito mais. Tomou-a pela cintura e depositou-a sobre a mesa da sala. Tirou-lhe as calcinhas e levantou-lhe o vestido fazendo-a gemer ainda mais. Depois, pegou-lhe nas pernas e puxou-a até si, fazendo-a resvalar sobre a mesa. Já não podia conter a excitação.
-Desejo-te tanto... Amo-te...Sou tua.
Ela estremecia e gemia a cada arremesso até que juntos explodiram de prazer.

Bem, o final da história já vocês conhecem... afinal eu termino tudo com Happy End... Mas não custa lembrar... Casaram e Viveram felizes para sempre...

FIM

sexta-feira, abril 29, 2005

Delírios da Loirinha 5

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Ela entrou em casa e bateu com a porta. Estava furiosa. Tratou-me como uma prostituta. Estes homens pensam que o dinheiro compra tudo. Imbecil!
Dois dias depois outro cliente ligou a marcar novo encontro.
(...)
Apanhou um taxi e dirigiu-se ao local indicado. Tocou à campainha mas quando abriram a porta ela olhou por uns instantes sem dizer palavra e dirigiu-se para a saída do prédio.
-Espera-disse ele. Pedi a um amigo para te ligar porque sabia que não aceitarias sair de novo comigo.
-És um asqueroso, macho chauvinista. Não tenciono voltar a sair contigo e muito menos voltar a ver-te.
-Ouve. Não sabia o que dizia naquela noite tinha bebido demais. Eu não queria ser incorrecto. Só te quero pedir desculpas. Além disso não te paguei pelo acompanhamento. Perdoa-me sim?
-Boa noite.
-Ao menos deixa-me devolver o que não é meu.
Na mão direita dele rodopiava um soutien preto rendado. Ela corou...
-Está bem.
-Entra ou preferes continuar a falar aqui na porta. Queres beber algo? Um café, água?
-Pode ser um café, obrigada.
Quando lhe trouxe o café sentiu-se tentado a apertá-la contra si... Estava tão bela.
Ela terminou de tomar o café e quis levar a chávena para a cozinha. Ele rodeou-a com os braços e beijou-a suavemente até a deixar sem forças. Ela permitiu que ele o fizesse. Ele continuou, beijando-lhe o pescoço e os ombros. Ela recuava ante cada beijo, até parar contra a janela que dava para uma varanda.Ele foi-lhe tirando a roupa até a deixar só em calcinhas. Ela tirou-lhe a gravata e desabotoou-lhe os botões da camisa. Ambos estavam imersos numa atmosfera quente e voluptuosa, respondendo apenas aos seus instintos. Ele pegou nela ao colo e amaram-se loucamente dando asas ao intenso desejo que os unia.
Ambos ficaram a dormir abraçados.
Na manhã seguinte ele levou-lhe o pequeno almoço à cama.
-Logo a noite jantamos juntos?
-Hum não sei...disse sorrindo.
-A que horas e onde te vou buscar?

(Continua...)

quinta-feira, abril 28, 2005

Delírios da Loirinha 4

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Tinham bebido demais. Tanto um como o outro estavam demasiado desinibidos.
Ele encostou-a a uma das paredes do elevador e começou a beijar-lhe o pescoço. Lentamente, foi descendo as mãos até lhe rodear a cintura. Ela sentiu uma onda de calor a percorrer-lhe o corpo. Os seus seios ficaram firmes e rigidos. Ele continuou a percorrer-lhe o corpo com as mãos. Pouco a pouco levantou-as até lhe acariricar os seios. Ela soltou um gemido de prazer e ele interpretou isso como um sinal e começou a desapertar-lhe o vestido. Ela ficou com metade do corpo despido. Os lábios dele rodearam o mamilo, enquanto a outra mão deslizava sob o vestido. O seu desejo era demais. Sairam do elevador e entraram em casa.
Ele pegou nela ao colo e sentou-a no sofá. Ela respirava agitadamente. Ele tirou-lhe o vestido e começou a beijá-la entre as coxas.
Ela gemia loucamente. O prazer invadia-a e desejava que aquele momento não tivesse fim. Ele apertava o seu corpo contra o dela e ela percebeu que a excitação dele era enorme.
Novamente, as mãos dele rodearam-na enquanto a beijava na boca, penetrando-a com a sua lingua humida.
- Susana...-murmurou ele.
-Quem?
-Espera, peço desculpa...
- Não. Vou-me embora. Não sou a sua ex noiva nem pretendo substitui-la.
-Escuta... bebi demais... enganei-me...
-Não ouço nada, não devia ter subido.
-Lamento, apenas quis pagar pelo serviço completo, mas creio que não valeu a pena.
-Serviço completo? Por quem me toma? Por uma prostituta?- gritou enquanto apanhava o seu vestido do chão.
- Suponho que é isso que tu és.
Ela deu-lhe uma bofetada e saiu do apartamento a correr. Quando desceu no elevador ía a chorar.
O apartamento ficou no mais profundo silêncio. Ele serviu-se de outro whisky e sentou-se no sofá. Em que espécie de pessoa se transformara ele-pensou.
Quando se ía a por a pé reparou no soutien dela caido no chão. Sorriu ao vê-lo e levou-o a cara para aspirar o seu perfume.Começou a gira-lo num dedo. Provavelmente iria levá-lo à sua dona...em breve...

(Continua...)
PS-Este post é dedicado ao Vaskissimo do Blog "O irmão Coninhas" que escreveu recentemente sobre este tema de trocar os nomes quando se está em momentos mais quentes....

quarta-feira, abril 27, 2005

Delírios da Loirinha 3

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-É a primeira vez que contrato uma acompanhante. Honestamente sinto-me constrangido!-confessou.
- Não se preocupe! Vai correr tudo bem, serei discreta e evitarei falar.
-Pago agora ou depois?
-Diz o ditado que quem paga adiantado é mal servido. Paga depois.
-Estas reuniões sociais não me agradam. Temos de sorrir ainda que não o queiramos, comer o que não gostamos e dar razão a pessoas que detestamos. Acho que estaremos de regresso antes da meia noite.
Ao sairem do carro ela levantou a ponta do vestido para que não roçasse no chão. Ele olhou-a de soslaio. «Tem umas pernas bonitas»-pensou.
Ao entrar na festa tropeçou e ele num gesto rápido, conseguiu segurá-la.
-Lindo papel, senhora acompanhante! Foi assim que a ensinaram a entrar numa festa?
Ela corou e pediu desculpa e ele sorriu.
O resto da festa correu sem insidentes. Por volta da meia noite sairam.
-Poderia ter a gentileza de me levar a casa ou prefere que apanhe um taxi?
- Convido-a para tomar um copo. Aceite por favor. De qualquer modo ainda é cedo. Até que horas posso contar com os seus serviços?
-O aluguer ja terminou, mas aceito.
Foram até um bar e sentaram-se frente a frente. Ele pediu dois whiskys. Bebeu o seu quase de um só trago e começou a falar. Durante a conversa ele agarrou-lhe a mão e ela sentiu-se incomodada com a proximidade. Pareceu-lhe estar na presença de um homem solitário e sofredor. Ele contou-lhe que tinha estado noivo mas a mulher havia falecido num acidente de automovel. Acima de tudo parecia sentir-se culpado pelo sucedido.
Ela sentia-se atraida por ele. Sentia desejo de lhe passar as mãos pelo cabelo, acaricia-lo. Mas deteve-se.
Ele olhou-a nos olhos e foi-se aproximando até roçar a sua boca na dela. Trocaram beijos suaves, acariciaram os lábios um do outro com as linguas e tornaram a beijar-se.
Quando o empregado lhes disse que iam fechar, eles apertaram-se um contra o outro e sairam abraçados em direcção ao carro. Ele conduziu em silêncio até ao local onde morava.
-Queres subir? Podemos conversar mais um pouco
Ela anuiu com a cabeça. Subiram no elevador...

(Continua...)

PS- Confesso que tenho fetiche por elevadores e espelhos de elevadores....ihihihihi!

terça-feira, abril 26, 2005

Delírios da Loirinha 2

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No dia combinado ela arranjou-se e dirigiu-se ao local combinado para servir de acompanhante.
Às nove em ponto tocou a campainha do escritório. Tentou imaginar a quem teria de servir de acompanhante. Talvez se tratasse de um homem repugnante, barrigudo, na pior das hipóteses careca... Engoliu em seco.
Nervosa bateu à porta.
-Entre, está aberta.
Um homem com cerca de 30 anos estava de costas a olhar para a janela. Ela tossiu nervosamente. O homem voltou-se lentamente. Era atraente e a sua pele bronzeada combinava com o cabelo negro. Os olhos eram castanhos e inexpressivos.
«Vamos lá ver com quem vou sair esta noite»-pensou ele.
Ela esboçou um sorriso, mas, ao olhá-lo, viu que o seu sorriso era frio. Ela sentindo-se embaraçada desviou o olhar.
-Se acha que não sou a pessoa adequada para o acompanhar diga que eu retiro-me- respondeu ela timidamente.
- Não está mal- respondeu ele. A sua figura era esbelta, e o vistoso vestido deixava antever um corpo belo e uns seios firmes. Ele afastou o olhar para não parecer grosseiro. Há muito tempo que não comtemplava assim uma mulher.
- Não se incomoda se eu a deixar sozinha por um momento? Tive um dia atribulado e não tive tempo de passar em casa para trocar de roupa mas a minha secretária foi buscar-me o smoking a casa e ía mesmo agora tomar um duche rápido aqui na casa de banho do escritório.
-Não tem problema... eu aguardo.
Ele saiu e em seguida ela ouviu o jorro de água do chuveiro a correr. Ela imaginou-o sobre o duche. Mas, voltou à realidade e censurou-se por estar a pensar em coisas tão triviais.
-Preparada para sair?
Quando ela olhou para a porta da sala onde se encontrava, ele sorria-lhe. Aquele homem deveria arrancar suspiros por onde passava. Porque necessitaria então de uma acompanhante?
Entraram no elevador. O perfume dele inundava tudo. Estavam bastante proximos. Ambos se olhavam, tentando detectar no outro um sinal que lhes dissesse algo mais sobre como eram, mas ambos pareciam impenetráveis.
Entraram no carro e sairam da garagem do prédio.
Pelo caminho foram conversando sobre alguns pontos primordiais afim de se conhecerem melhor....

(Continua...)

segunda-feira, abril 25, 2005

Delírios da Loirinha 1

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"Acompanhante para qualquer ocasião. Garante-se sigilo absoluto. Tel:22 837XXXX".
Ele folheava o jornal e o anuncio saltou-lhe à vista. Um sorriso iluminou-lhe o rosto. Era disso que precisava. Marcou o numero...
Sentada no sofá ela lamentava a sua vida. Problemas financeiros tinham-na levada a fazer algo que para ela seria impensável. E se alguém me liga? (pensou).
Começou a chorar. Estava só. Nunca poderia ter imaginado que um dia passaria por aquela situação. A sua vida estava um caos.
Estava absorta com os seus pensamentos quando o telefone tocou.
-Olá- foi o que lhe ocorreu dizer.
-É do 22 837XXXX?
- Sim, é.
-Estou a telefonar por causa do anuncio de acompanhante.
-Sim.
-Que idade tem?-perguntou a voz masculina.
-Quase 25 anos. Parece-lhe bem?
-Sim. Necessitava de uma acompanhante para um jantar informal mas de cerimónia.
-Em que dia e local quer que a acompanhante se apresente?
-No próximo sábado às 20h00. Poderia vir ter ao meu escritório que fica na Rua 25 de Abril, nº69?
-Combinado. O preço por cada acompanhamento é de 100 euros.
-Está certo. Obrigada! Adeus...

(Continua...)

sábado, abril 23, 2005

Testemunhos de VIH /SIDA

Porque o meu blog fala de AMOR e amar significa proteger a pessoa que se ama:

“Fui infectada através de uma relação sexual, tinha 15 anos. Foi o meu primeiro amor, uma entrega total. O meu namorado era mais velho, tinha 28 anos. Eu era uma jovem que sonhava casar e dedicar-me totalmente à pessoa que amava. Dediquei-me imenso a ele, adorava-o, era tudo para mim! Eu era respeitada por ser a namorada do Tiago, era acarinhada por todos. Com 15 anos pensava tal qual uma menina dessa idade. Basta um homem olhar para nós e dar-nos carinho, para nos sentirmos as mulheres mais felizes do mundo. Nunca pensei em me proteger, não pensei em absolutamente nada.
(…) Hoje tenho 25 anos e quando digo a alguém que sou seropositiva há 10 anos, as pessoas não acreditam. Com esse bom aspecto?! Ainda tem aquela imagem da SIDA associada a uma pessoa débil, magra, e eu tenho 85 kg! (…) Apenas olhando para mim, ninguém acredita (…)”


Escolhi este pequeno excerto do Livro Testemunhos de VIH/SIDA (p.15) porque acredito que esta história de vida espelha alguns pontos interessantes sobre os quais vale a pena reflectir.
--Uma pessoa pode ser infectada em qualquer idade. Curiosamente os números de VIH têm vindo ao aumentar nas pessoas mais velhas, porque estas acreditam que o VIH é uma doença dos jovens.
--A SIDA não é uma doença de Toxicodependentes, Homossexuais e Prostitutas, é uma doença de todos e todos nós somos potenciais portadores. Não existem grupos de risco, existem sim, comportamentos de risco.
--Por amor tendemos a sentirmo-nos imortais, ficamos como que entorpecidos psicologicamente e tendemos a esquecermo-nos das precauções.
--A pílula pode evitar uma gravidez indesejada mas não previne contra a infecção pelo VIH.
--Só o preservativo protege contra o VIH mas tem que ser utilizado sempre.
--Por muito bom aspecto que a pessoa tenha, olhando para uma pessoa não se consegue descobrir se ela tem VIH ou não. A solução é fazer um teste nos CAD(s) que existem espalhados pelo nosso país.
--A SIDA não tem cura mas hoje em dia é possível prolongar com qualidade de vida a existência da pessoa infectada.

Como profissional de Saúde já contactei com muitas pessoas infectadas conheci muitas histórias de vida parecidas, vi muito sofrimento…Enquanto não aparece uma cura para a SIDA a única forma de a combater continua a ser a PREVENÇÃO.

Delirio da Loirinha