Os Homens desejam-me...As mulheres invejam-me... A minha vida dava um filme, contudo é mais fácil fazer um blog...
sábado, julho 30, 2005
Férias de Verão
Recebi esta carta por mail e resolvi partilhar convosco... É revoltante! Eu tenho duas gatas e seria incapaz de as abandonar para ir de férias... Elas são mais do que dois simples animais, já são membros da familia e a nossa vida nunca mais foi a mesma desde que elas vieram cá para casa....
Gostava que todas as pessoas vissem este vídeo- http://tinyurl.com/byaoq
(podem ver, não contém imagens com sangue) e lessem este texto.
"Hoje encontrei seu cão. Não, ele não foi adotado por ninguém. Aqui por perto, a maioria das pessoas já têm vários cães; aqueles que não têm nenhum não querem um cão. Eu sei que você esperava que ele encontrasse um bom lar quando o deixou aqui, mas ele não encontrou. Quando o vi pela primeira vez, ele estava bem longe da casa mais próxima e estava sozinho, com sede, magro e mancava por causa de um machucado na pata.
Eu queria tanto ser você naquele momento em que parei na frente dele. Para ver sua cauda abanando e seus olhos brilhando ao pular nos seus braços, pois ele sabia que você o encontraria, sabia que você não esqueceria dele. Para ver o perdão em seus olhos pelo sofrimento e pela dor por que ele havia passado em sua jornada sem fim à sua procura... Mas eu não era você. E, apesar das minhas tentativas de convencê-lo a se aproximar, seus olhos viam um estranho. Ele não confiava em mim. Ele não se aproximava.
Ele virou as costas e seguiu seu caminho, pois tinha certeza de que esse caminho o levaria a você. Ele não entende que você não está procurando por ele. Ele só sabe que você não está lá, sabe apenas que precisa te encontrar. Isso é mais importante do que comida, água ou o estranho que pode lhe dar essas coisas.
Percebi que seria inútil tentar persuadi-lo ou segui-lo. Eu nem sei seu nome. Fui para casa, enchi um balde d'água e uma vasilha de comida e voltei para o lugar onde o havia encontrado. Não havia nem sinal dele, mas deixei a água e a comida debaixo da árvore onde ele havia buscado abrigo do sol e um pouco de descanso. Veja bem, ele não é um cão selvagem. Ao domesticá-lo, você tirou dele o instinto de sobrevivência nas ruas. Ele só sabe que precisa caminhar o dia todo. Ele não sabe que o sol e o calor podem custar-lhe a vida.
Ele só sabe que precisa encontrá-lo. Aguardei na esperança de que voltasse para buscar abrigo sob a árvore, na esperança de que a água e a comida que havia trazido fizessem com que confiasse em mim e eu pudesse levá-lo para casa, cuidar do machucado da pata, dar-lhe um canto fresco para se deitar e ajudá-lo a entender que agora você não faria mais parte de sua vida. Ele não voltou aquela manhã e, quando a noite caiu, a água e a comida permaneciam intocadas. Fiquei preocupada. Você deve saber que poucas pessoas tentariam ajudar seu cão. Algumas o enxotariam, outras chamariam a carrocinha, que lhe daria o destino do qual você achou que o estava salvando - depois de dias de sofrimento sem água ou comida.
Voltei ao local antes do anoitecer. Não o encontrei.
Na manhã seguinte, voltei e vi que a água e a comida permaneciam intactas. Ah, se você estivesse aqui para chamar seu nome! Sua voz é tão familiar para ele. Comecei a ir na direção que ele havia tomado ontem, sem muita esperança de encontrá-lo. Ele estava tão desesperado para te encontrar, que seria capaz de caminhar muitos quilômetros em 24 horas.
Algumas horas mais tarde, a uma boa distância do local onde eu o havia visto pela primeira vez, finalmente encontrei seu cão. A sede não o atormentava mais. Sua fome havia desaparecido e suas dores haviam passado. O machucado da pata não o incomodava mais. Agora seu cão está livre de todo esse sofrimento. Seu cão morreu.
Ajoelhei-me ao lado dele e amaldiçoei você por não estar aqui ontem para que eu pudesse ver o brilho, por um instante sequer, naqueles olhos vazios. Rezei, pedindo que sua jornada o tenha levado àquele lugar que acho que você esperava que ele encontrasse. Se você soubesse por quanta coisa ele passou para chegar lá... E eu sofro, pois sei que, se ele acordasse agora, e se eu fosse você, seus olhos brilhariam ao reconhecê-lo, ele abanaria sua cauda, perdoando-o por tê-lo abandonado."
Autor Anónimo
P.S. O vídeo tem menos de 4 minutos!!
quinta-feira, julho 28, 2005
Saltos altos...
quarta-feira, julho 27, 2005
terça-feira, julho 26, 2005
segunda-feira, julho 25, 2005
Devaneios Nocturnos...

Imagino nós os dois num quarto de hotel... com lareira... o brilho do fogo fazendo reflexo nos nossos corpos... a gente começando a acariciar-se... eu a fazer carinhos no teu rosto, com as costas da mão... tu sentindo o leve toque dos meus dedos a passear pelo teu rosto... subindo e descendo... passeando pelo teu pescoço.... sente a minha mão a encaminhar-se para a tua nuca... apoiando, segurando firme e trazendo-te para perto de mim... para te beijar... sente a minha língua a entrar na tua boca... a pressão dos meus lábios... a minha língua a explorar-te... beijando a tua boca como se a minha vida dependesse dela... como se quisesse fazer-te ter prazer apenas com um beijo... passando para ti todo o desejo que percorre o meu corpo...
Tu sentes os nossos corpos a tocarem-se... os meus seios comprimidos contra o teu peito... as nossas coxas entrelaçadas... eu sentindo por cima das tuas calças o teu intenso desejo.... o volume aumentando e eu apercebo-me do quanto me desejas e me queres...
A outra mão passeia pelas tuas costas... sobe... desce... desce mais e aperta-te contra mim... forçando para cima... apertando ainda mais o teu corpo contra o meu... a minha lingua saí da tua boca... vai escorregando pelo teu rosto... toca no teu pescoço.... o mesmo movimento de sobe e desce volta a acontecer... vou-te beijando... descendo pelo teu pescoço... sussurrando palavras picantes na tua orelha...
Tu estremeces de desejo... todas essas sensações juntas fazem-te arrepiar... queres mais não queres? Então pede...Implora... Diz que me amas e que me queres como nunca quiseste nenhuma mulher...
Mas ainda falta... falta explorar os meus seios... então a mão que ainda tens livre entra por dentro da minha blusa... sobe por ela... acariciando a minha barriga... eu sinto um arrepio quando ela quase toca os meus seios... a minha boca no teu pescoço, a minha língua na tua boca... a tua mão segura-me e puxa-me para perto de ti...e agora, a tua outra mão começa a acariciar os meus mamilos... brincando com o biquinho... apertando-os de leve... rodando-os de leve....os meus seios enchem a tua mão... E tu beijas-me ainda com mais desejo... Eu tiro-te do sério não é? Eu sei que sim...
Queres mais não queres?
Mas por hoje não há mais loucura...
Quanto o desejo nos toma...o fogo incendeia-nos!!!!...
Um beijo inapropriado no teu mais apropriado Oásis de Homem...
domingo, julho 24, 2005
Adivinhem quem faz aninhos hoje???????
sexta-feira, julho 22, 2005
Sexualidade

"A sexualidade não entra nos primeiros capítulos de todos os romances. Alguns são um «amor à primeira vista», arrebatado. Outros, por exemplo, espantam pelo encantamento que se transforma em animosidade. Um romance transforma uma pessoa numa «alma» com rosto. Só mais tarde, se descobre o corpo e num capítulo qualquer, o erotismo casa com a paixão.
A sexualidade não tem capítulos certos em que tenha de aparecer. Mas, sem ela, uma história fica a meio, e muito do que podiam ser os últimos capítulos, talvez nos persiga, sempre que tentemos concluir outras paixões.
Evitar uma paixão, para fugir à sexualidade, leva a que se deite fora uma história antes de viver, imaginando que os gestos amorosos sejam o princípio de um desejo cheio de impulso de que devam manter-se afastados. Talvez quem o veja assim, imagine que um romance traga sempre a sexualidade no «prefácio». Mas não... Uma paixão, quando cresce para a sexualidade, guia-nos até ao capítulo em que cada romance transforma uma história de enamoramento num grande amor. Ou, então, fecha-se no ultimo capítulo, doloroso, sem o qual qualquer romance pode, em silêncio, ocupar o espaço destrutivo de uma história de terror."
Eduardo Sá In " Tudo o que amor não é"
quinta-feira, julho 21, 2005
Joss Stone- Right to be Wrong
Beijinhos doces da vossa amante...
quarta-feira, julho 20, 2005
terça-feira, julho 19, 2005
Aventura das Arabias 2

Como de costume não sabiamos onde ir... por fim decidimos ir ao Tuareg como de costume... afinal mais importante que o lugar é a companhia das minhas queridas amigas Ana e Anita!
Mas desta vez resolvemos sentar-nos na tenda beduina, rodeada de almofadinhas como os àrabes verdadeiros... tinha um aspecto tão engraçado, diria mesmo digno do Aladino!!!! Até que o mais temível aconteceu... um dos paus que segurava a tenda resolveu cair na cabeça de um desgraçado que la estava sentado e a tenda quase que se desfez... com o susto a nossa mesa foi pelo ar espalhando o seu conteudo por todo o lado... tudo isto perante as nossas gargalhadas malucas (também só nos rimos das maldades!!!!!)... Os que estavam ao nosso lado lançaram-nos um olhar de desaprovação total, afinal o amigo deles acabava de ser presenteado com uma pancada na cabeça...à parte de tudo isto não houve feridos (apenas um galo)...
Queridas amigas sei que lêm o meu blog e por isso não queria deixar de vos dizer que vos adoro e que não tornamos a ir ao Tuareg nos proximos meses para não sermos reconhecidas (IHIHIHIHIHIHIHI!!!!!!!!!!!!!!!!!!). Até à proxima...
Beijinhos doces




