
Esta viagem ao interior transmontano foi sobretudo uma viagem ao meu próprio interior.
Eu e a minha queridíssima amiga Ana partimos do Porto 6ª feira á tarde, ... uma hora depois fizemos a primeira paragem em Vila Real.
De volta á estrada paramos novamente em Mirandela desta vez para ir buscar a Xana á estação das camionetas. Por fim, e depois de andarmos perdidas por Bragança, lá demos com a casa da Piquena.
Bagagem instalada, fizemos o jantar e pusemos a conversa em dia. Juntou-se depois a nós o Miguel que nos levou a conhecer Bragança nocturna.
E lá partimos para a aventura quatro mulheres e um homem.
A cidade á noite é linda, o castelo e a muralha iluminados criam uma atmosfera de magia. Fomos conhecer os bares locais dentro da Muralha. Destaque para o Bar “Duque de Bragança” que é espectacular. Neste bar passamos uma noite animada a conversar ao som de Katie Melua “ Just like heaven” e “Closest thing to crazy”. Uma musica que significa tanto para mim e que me mostrou a primeira lição desta viagem: Não importa o lugar onde estamos, não adianta fugir dos sítios onde fomos felizes, porque o coração vai sempre connosco e uma simples musica é capaz de transportar o nosso pensamento para longe.
A seguir partimos rumo ao bar Giestas e pela primeira vez na vida entrei pela porta das traseiras duma padaria onde a pasteleira nos vendeu bolos acabados de fazer. Isto de madrugada!!!!!
No segundo dia depois de percorrermos o shopping (e a Ana perder a cabeça com umas calças na Salsa!!!) fomos conhecer a parte histórica de Bragança. Imaginem um carro cheio de mulheres, com os vidros abertos, a musica nas alturas e todas a cantar :”Relax... take it eeeeeeeeeeeeeeeeeasy”.
Visitamos o castelo, a muralha, os calaboços, Museu do Abade Baçal, Centro de Ciência Viva de Bragança, Museu da seda e fizemos um piquenique em plena cidade de Bragança.
Á noite fomos a Vinhais á festa do Santo António. Para nosso espanto é a terra de Portugal com mais homens por metro quadrado. Senti-me um E.T. quando chegamos ficou tudo a olhar para as quatro “estrangeiras”. Quatro mulheres de uma só vez numa terra onde só há homens!!!! Passaram o tempo todo a oferecerem-nos comida e cerveja! Hospitalidade transmontana pura!
Fomos até á igreja do santo casamenteiro (pedir uma ajudinha!!!) e depois toca a ir para o bailarico. Aí fui “convidada” (praticamente arrastada à força) a dançar com os locais ao som do Toy, Emanuel, Quim Barreiros, etc. Nunca fui tão pisada na minha vida mas na verdade fartei-me de rir. Vinhais nunca mais foi a mesma depois da nossa passagem por lá!!!!!!!
No dia seguinte fomos almoçar á Gôndola e de tarde partimos em direcção á albufeira do Azibo em Macedo de Cavaleiros. ABSOLUTAMENTE LINDO! Qual Algarve qual carapuça! Uma praia artificial paradisíaca, com uma paisagem envolvente magnífica, tudo extremamente limpo, um sossego,... (para o ano vamos passar um dia inteiro nesta zona).
Por fim o momento grandioso da nossa viagem a subida ao santuário da Nossa Senhora da Assunção em Vilas Boas (concelho de Vila Flor). O fogo este ano andou muito perto do santuário e ardeu grande parte da floresta á volta. Contudo, talvez por intervenção da santa o fogo apenas chamuscou uma pequena parte do telhado do santuário.
Faz por esta altura um ano que subimos a escadaria do dito santuário e fomos fazer uns pedidos á santa. Muita coisa se passou durante este ano… pelo menos para a Piquena a santa parece já ter atendido aos seus pedidos e agora com a bênção do Santo António não pode haver falhas!!!!! Quanto a mim quem sabe se essa pessoa especial já não andará perto...
Altura de agradecer e fazer uns pedidos á santa, para mim, para a família e para todos aqueles que amo.
Comprei umas “souvenires” na loja do santuário umas medalhinhas da Nossa Senhora que quando chegar ao Porto vou enviar alguns amigos especiais.
Perante as vistas esplendorosas do santuário pude compreender que realmente há amigas/os que fazem a diferença nas nossas vidas, que estão connosco nos bons e nos maus momentos e que há pessoas que mesmo não sendo do nosso sangue nos querem como família de verdade. Que apesar de sermos todas tão diferentes procuramos algo em comum: SERMOS FELIZES! Assim é a nossa amizade.
E de lágrimas nos olhos descemos o santuário até Vila Flor para nos despedirmos da família da Piquena. A hospitalidade transmontana é algo de fabuloso, é curioso como conseguem sempre fazer-nos sentir em casa.
De volta ao Porto novamente de vidros abertos, musica nas alturas, a cantarolar e a buzinar á passagem dos locais acenando adeus… até para o ano….
Eu e a minha queridíssima amiga Ana partimos do Porto 6ª feira á tarde, ... uma hora depois fizemos a primeira paragem em Vila Real.
De volta á estrada paramos novamente em Mirandela desta vez para ir buscar a Xana á estação das camionetas. Por fim, e depois de andarmos perdidas por Bragança, lá demos com a casa da Piquena.
Bagagem instalada, fizemos o jantar e pusemos a conversa em dia. Juntou-se depois a nós o Miguel que nos levou a conhecer Bragança nocturna.
E lá partimos para a aventura quatro mulheres e um homem.
A cidade á noite é linda, o castelo e a muralha iluminados criam uma atmosfera de magia. Fomos conhecer os bares locais dentro da Muralha. Destaque para o Bar “Duque de Bragança” que é espectacular. Neste bar passamos uma noite animada a conversar ao som de Katie Melua “ Just like heaven” e “Closest thing to crazy”. Uma musica que significa tanto para mim e que me mostrou a primeira lição desta viagem: Não importa o lugar onde estamos, não adianta fugir dos sítios onde fomos felizes, porque o coração vai sempre connosco e uma simples musica é capaz de transportar o nosso pensamento para longe.
A seguir partimos rumo ao bar Giestas e pela primeira vez na vida entrei pela porta das traseiras duma padaria onde a pasteleira nos vendeu bolos acabados de fazer. Isto de madrugada!!!!!
No segundo dia depois de percorrermos o shopping (e a Ana perder a cabeça com umas calças na Salsa!!!) fomos conhecer a parte histórica de Bragança. Imaginem um carro cheio de mulheres, com os vidros abertos, a musica nas alturas e todas a cantar :”Relax... take it eeeeeeeeeeeeeeeeeasy”.
Visitamos o castelo, a muralha, os calaboços, Museu do Abade Baçal, Centro de Ciência Viva de Bragança, Museu da seda e fizemos um piquenique em plena cidade de Bragança.
Á noite fomos a Vinhais á festa do Santo António. Para nosso espanto é a terra de Portugal com mais homens por metro quadrado. Senti-me um E.T. quando chegamos ficou tudo a olhar para as quatro “estrangeiras”. Quatro mulheres de uma só vez numa terra onde só há homens!!!! Passaram o tempo todo a oferecerem-nos comida e cerveja! Hospitalidade transmontana pura!
Fomos até á igreja do santo casamenteiro (pedir uma ajudinha!!!) e depois toca a ir para o bailarico. Aí fui “convidada” (praticamente arrastada à força) a dançar com os locais ao som do Toy, Emanuel, Quim Barreiros, etc. Nunca fui tão pisada na minha vida mas na verdade fartei-me de rir. Vinhais nunca mais foi a mesma depois da nossa passagem por lá!!!!!!!
No dia seguinte fomos almoçar á Gôndola e de tarde partimos em direcção á albufeira do Azibo em Macedo de Cavaleiros. ABSOLUTAMENTE LINDO! Qual Algarve qual carapuça! Uma praia artificial paradisíaca, com uma paisagem envolvente magnífica, tudo extremamente limpo, um sossego,... (para o ano vamos passar um dia inteiro nesta zona).
Por fim o momento grandioso da nossa viagem a subida ao santuário da Nossa Senhora da Assunção em Vilas Boas (concelho de Vila Flor). O fogo este ano andou muito perto do santuário e ardeu grande parte da floresta á volta. Contudo, talvez por intervenção da santa o fogo apenas chamuscou uma pequena parte do telhado do santuário.
Faz por esta altura um ano que subimos a escadaria do dito santuário e fomos fazer uns pedidos á santa. Muita coisa se passou durante este ano… pelo menos para a Piquena a santa parece já ter atendido aos seus pedidos e agora com a bênção do Santo António não pode haver falhas!!!!! Quanto a mim quem sabe se essa pessoa especial já não andará perto...
Altura de agradecer e fazer uns pedidos á santa, para mim, para a família e para todos aqueles que amo.
Comprei umas “souvenires” na loja do santuário umas medalhinhas da Nossa Senhora que quando chegar ao Porto vou enviar alguns amigos especiais.
Perante as vistas esplendorosas do santuário pude compreender que realmente há amigas/os que fazem a diferença nas nossas vidas, que estão connosco nos bons e nos maus momentos e que há pessoas que mesmo não sendo do nosso sangue nos querem como família de verdade. Que apesar de sermos todas tão diferentes procuramos algo em comum: SERMOS FELIZES! Assim é a nossa amizade.
E de lágrimas nos olhos descemos o santuário até Vila Flor para nos despedirmos da família da Piquena. A hospitalidade transmontana é algo de fabuloso, é curioso como conseguem sempre fazer-nos sentir em casa.
De volta ao Porto novamente de vidros abertos, musica nas alturas, a cantarolar e a buzinar á passagem dos locais acenando adeus… até para o ano….








